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As mulheres no ramo da Tecnologia

4
Mar

As mulheres no ramo da Tecnologia

“Dizem que a Mulher é o sexo frágil... mas que mentira absurda!”

Assim já começava a letra da música de Erasmo Carlos, e no ramo da tecnologia, não poderia ser diferente. Grandes mulheres fizeram descobertas incríveis que mudaram nossas vidas para melhor, e no artigo de hoje, alusivo ao mês das mulheres, queremos relembrar alguns fatos históricos.

O preconceito com as atividades que as mulheres podem ou não exercer, vem desde sempre e começa na tenra infância. Imagine você, no ano de 1964, uma freira chamada MARY KENNETH KELLER, a qual foi a primeira mulher a ter um doutorado em ciência da computação nos Estados Unidos. Graduou-se em matemática e fez mestrado em matemática e física nos anos 40. Seu doutorado pela Universidade de Wisconsin abordou a construção de algoritmos que faziam diferenciação analítica na expressão algébrica, escrito em CDC FORTRAN 63. Na época de sua graduação, a Universidade de Dartmouth só permitia homens, mas quebrou a regra para que ela pudesse trabalhar no centro de computação.  Havia tudo pra dar errado: religiosa e mulher, mas não, ela persistiu em uma área dominada por homens, fazendo história.

E assim como Mary, muitas outras mulheres se destacaram – e se destacam - quando o assunto é tecnologia, entretanto, ainda assim, há o estigma de que esse não é o local apropriado para elas.  De acordo com a revista Época (2019), apenas 15% do público matriculado em cursos de ciências da computação e tecnologias é feminino.  Dados divulgados pela Microsoft, apontam que, no país, 18% dos graduados em ciência da computação e 25% dos empregados em áreas técnicas de tecnologia da informação (TI) são do sexo feminino. E não é por falta de trabalhadoras capacitadas. De acordo com a Associação Telecentro de Informação e Negócio (ATN), 36.300 mulheres formadas na área buscam colocação no mercado.

Percebe-se então, que há interesse por parte das mulheres em trabalhar no ramo, porém, porque ainda se encontra resistência na confiança da contração delas? Novamente não podemos esquecer da cultura da criação: meninos são incentivados desde muito pequenos a descobertas, ao olhar curioso, já as mulheres, a cuidar de tarefas rotineiras. O caso se agrava ainda mais quando paramos para pensar que infelizmente, neste mercado, as mulheres costumam receber em média 25% a menos do salário do que quando comparadas ao mesmo cargo de um homem, na mesma empresa.

Mas há esperança! Principalmente no Brasil, cada vez mais mulheres se inscrevem em cursos voltados no ramo e conseguem se afirmar como ótimas profissionais, mostrando que isso é apenas uma questão de gênero. No momento, nossa empresa está em expansão e ainda não temos  nenhuma programadora no time, porém, será uma honra quando pudermos contar com uma!

Num mês tão especial quanto março, convidamos todos a refletirem: o lugar da mulher é onde ela quiser.

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